Entre os avanços de Minas Gerais na área, o professor ressalta, por exemplo, o envolvimento com as comunidades terapêuticas, que são acompanhadas e recebem subsídios do Estado. “Nós temos o Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas, mas ele não é paritário. Falta a participação da sociedade civil, que é fundamental. Temos, no Estado, ações como o Proerd, Ronda Escola, grupos de auto e mútua ajuda, mas falta uma política consistente e sistemática e uma secretaria ou coordenadoria para articular e implementar essas políticas. Temos muito o que aprender”, avalia o coordenador.